quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

O sol continua brilhando como sempre. Não se perca

Falar dos sofrimentos alheios não é tão dificil
como se supunha. É sentimento do mesmo jeito.
E nisso, nós, seres humanos, de carne e osso
Somos identicos.
O esteriotipo pode mudar, e muda.
O que é visto pelos olhos transcende
àquilo que pode ser sentido pelo coração
E julgam a linda moçoila pelo jeito moleca e sapeca de ser.
Até o moço, lindo e simpático
Que outrora dizia ter ser apaixonado pelo ser jeito "irreverente' de ser,
Abandoná-a sem uma sequer palavra
Sem nenhuma desculpa, sem olho no olho.
A moçoila toda irreverente, sapeca, moleca
Se rende a tudo àquilo que nos aproxima e nos assemelha.
A moça, acaba por inundar o lindo olhar
Sem ter respostas, mas esperando-as.
O jeito como o lindo moço a tratava
Era tão diferente dos demais, que acreditara
que poderia ser diferente a sua realidade também.
Passou por cima de tanta coisa, de si própria.
E esse turbilhão de emoção e sentimento
é jogado sem piedade ao lixo.
Recomece moça bonita...
Teu olhar tem muito o que iluminar
E teu coração tem muito o que receber e distribuir amor.
Fica parada não... A janela do teu quarto te convida
Para um dia novo, Liberte-se.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Entregar o corpo é fácil, dificil é entregar o coração.

Cá entre meus pensamentos, em clima pós carnaval
E pensamentos do rumo que a vida segue
Tenho observado o quanto errado e machista é a idéia
De que mulher se vulgariza por exibir o corpo e se dar, por vontade

A carne não trás o sofrimento.
Vulgarizar-se é entregar sentimento.
Sentimento é alma.
E qual a cura D'alma?

Em dias quentes de verão, em especial no carnaval
A gente percebe a empolgação, a vontade de viver o momento...
E que mal há nisso?
Hoje eu não consigo mais enchergar

O viver, o estar bem momentâneo também é muito válido.
O que não dá, de jeito nenhum,
É doar de graça tanto sentimento

A carne logo cicatriza..
E a alma, qual o remédio?

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Seja como for, mas seja de verdade.

E em meio aos pensamentos, aquela velha pessoa
Que se julgava importante, volta a fazer parte deles.
É cuidado, é zelo, é medo da pessoa se perder...
É se ver a um passo a frente e a pessoa ainda paralisada
Com os mesmos erros.
Não julgo o erro, todos nós somos compostos deles,
Eu mesma sou cheia deles.
Mas essas fraquezas,ou chame como quiser, devem ser passageiras
E não uma rotina de vida.
Parece que a fraqueza é fazer o que é certo.
E fazer o que é certo se resume a um discurso bonito,
mas que na realidade não passa disso: palavras.
Hoje, quando ouço falar da persistência desses erros
me dá uma dor tremenda, já que eu, independentemente da opinião dos demais
Eu acreditava na tal mudança.
Mas já que eu não te fiz mudar, te ajudar a mudar,
Desejo que você encontre essa pessoa, que valha a pena mudar.
Mas quando a gente muda por conta própria, é um exercicio de amor-proprio sem igual.
Toda sorte do mundo moço.