segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Quanto tempo?

"Eu sou feliz, cara. Eu sou feliz demais. Mas eu sou infeliz demais, quando penso em você. Quando penso no que poderia ser, no que poderia ter sido. Eu sei que não dá. Eu nem quero que dê. Não quero mais. Mas não sei o que fazer com esse nó. Vai passar né? Eu sei. Com o tempo eu não vou mais olhar sua foto, nem sofrer, nem pensar o quanto é infeliz tudo o que aconteceu. Tomara que passe logo."

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Da leveza fez-se o encanto

Você é e sempre continuará sendo meu braço direito e esquerdo, você é a minha força, mas hoje também minha fraqueza. Você é a nota mas alta da minha canção, é a alegria da minha poesia frouxa. Você é o meu ponto fraco. Você me encontra e me desfaz na sua mão. Você conseguiu ultrapassar minha fortaleza e os meus murros de proteção contra qualquer tipo de encanto. Eu que sempre fui mistério, fui desvendada por um poeta falido de bar. Você desfez meus problemas, os nós, os erros. Em meio a toda escuridão que eu me fechava, você me encontrou, não se importou em arrumar a bagunça, nem em trazer um pouco de luz para cá. Um livro seria pequeno para descrever a forma que você me tem.

(Desconhecido)

segunda-feira, 6 de maio de 2013

UM ANO É SUFICIENTE PRA QUE?


Detalhes de suma importância não precisam de momentos grandiosos, de coisas mirabolantes ou até da mais perfeita condição em se relacionar. Grandes momentos são grandes unicamente pela intensidade e por todo o sentimento envolvido. E um ano passa rápido demais, as coisas mudam rapidamente que a gente nem percebe aonde nem porque tudo teve que mudar. 
A menina de um ano atrás vinha cheia de incertezas, medos, provações, que por achar que podia abraçar o mundo com seu amor, se deixou levar pelas mais bobas promessas de um também menino, cheio de incertezas, de vontade de viver, e porque não, cheio de vontade de aproveitar o máximo o que podia com a menina. Nessa passagem de menina para mulher, a menina teve que ralar, teve que suportar as mais terríveis provações, teve que entender da pior forma que o amor não basta quando esse sentimento está apenas de um lado da corda. Nessa passagem, ela não se arrepende de tudo que fez, ela fez por ela mesma, em respeito ao que ela sentia... Se o menino não era tão sincero assim... O que é que se pode fazer com um menino? É torcer pra virar homem logo.
Antes de a menina se tornar mulher, ela sonhava com esse aniversário de um ano, onde ela estaria junto com o tal menino, comemorando-o. Seu maior sonho era fazer desse menino o melhor homem, aquele que ela achava que merecia. Mas sabe o que ela entendeu a 4 dias desse um ano? Que estar longe do menino foi o que a tornou mulher, foi o que a fez melhor. Foi assim que ela deu oportunidade do novo chegar, de amar com cuidado, e de sempre valorizar momentos como ao de um ano atrás. Ela aprendeu principalmente que pra ser eterno não precisa durar pra sempre, não precisa olhar no rosto sempre, nem estar perto fisicamente, porque a gente muda. Ele naquele momento era o que ela precisava, e foi quem ela amou. Ela naquele momento foi também que ele amou, meio divido, mas quem vai negar que foi amor? Foi com quem ele experimentou a mais singela emoção que ela poderia lhe dar.
O bom é que raiva passa, a magoa também. Acima de tudo o que a gente precisa fazer, quando os relacionamentos acabam, é não esquecer do que a gente viveu, e do que aquela pessoa representou pra gente. Passou, doeu... mas passou. E é bom saber que amor não acaba, mas que o nosso querer ficar perto já não é mais o mesmo. A gente ama, mas não gosta mais. Um ano foi o suficiente para viver tudo que mudou sua vida pro lado bacana da coisa, esse tempo foi o suficiente pra conhecer o melhor e o pior, e aceitar as contradições de alguém que ao mesmo tempo condena e ama. Está fazendo um ano, e comemorar pra que? Lembrar com saudosismo é tudo que o coração merecia.

domingo, 28 de abril de 2013

Vida que segue

Mas eu vou ser feliz assim, devagar, com cada coisa no seu tempo, cada sorriso no seu horário. Não vou forçar a barra nem nada, se no meio de um sorriso me der vontade de chorar, ali mesmo me despejarei. Mas se em meio ao choro, eu ver passando uma borboleta e ficar alegre, não hesitarei, soltarei a minha melhor gargalhada. Quando assim, sentada no banco da praça, eu dizer “estou feliz novamente” será sincero, sem fingimentos… Porque eu juro pra mim que serei completa, e juro também, que antes de tudo, serei essência.