"A verdade é que quando você volta, eu mando você ir embora de novo. E quando você vai embora, eu quero que você volte mais uma vez. É que quando você volta, eu me lembro que as coisas nunca vão ser do jeito que eu queria, e aí eu tenho certeza que se for assim eu fico melhor sozinho. E quando você vai embora de novo, eu me lembro que eu prefiro te ter pelo menos por perto do que não te ter de qualquer jeito."
- Desconhecido.
O fato é que por mais que tu viva, menos tu vai entender.
E menos ainda vai saber porque amar não é o bastante.
Tem tanto dentro de mim, que me é necessário extravasar, O sentimento explode e se transforma em palavras, essas que compõe os textos aqui publicados. Obrigada pela visita. =)
terça-feira, 20 de novembro de 2012
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Construção
A gente segue trilhando o mesmo caminho é pela esperança
de recuperar um tempo em que ser feliz era fácil, amar não fazia tão mal, e se doía,
à dor logo se dissipava com um ou dois abraços, ou apenas com um olhar de
cuidado. O tempo passa tão depressa pra seguir sempre do mesmo jeito, as
oportunidades são perdidas por tão pouco, às vezes por orgulho bobo, outras por
medo de ser feliz. Soa até estranho, mas tem gente por ai com medo da
felicidade. Existe até um pouco de egoísmo nisso tudo, não se permite viver
algo bom, ou mesmo começar de um jeito diferente, mas também não permite que o
outro siga seu caminho. Podia até ser mais leve, mais fácil, mas não, prefere
desgastar, parece que pra ver até aonde o outro aguenta. Se abster de uma
decisão é também uma forma de se posicionar, e cá pra nós, da forma mais
covarde possível. E nesse lance de romance terceiros adoram opinar, chega uma
hora que se percebe, que todos eles, em menor ou maior grau tinham certa razão.
Certas coisas não mudam quando as circunstancias mudam. O que foi construído do
jeito torto segue seu destino até que desabe. Bem, uma formula certa ninguém há
de ter, mas fica perceptível que para a construção durar tem que ser feita pelo
modo convencional. Pode ser que haja ruínas nas mais solidas construções, mas
essas costumam demorar anos e até pra sempre. Do modo não convencional, ou
torto, costuma vir com prazo de validade. E se cair, pegue o que de bonito tu
ajudou a construir e seja ainda mais feliz, agora começando de um jeito
diferente, quem sabe do modo oposto ao que tu se habituou a viver.
domingo, 14 de outubro de 2012
Palavras que falam por mim
"Ele não ligava, nem mandava mensagem durante semanas. Mas tinha uma mania sacana de aparecer quando ele já tava quase desaparecendo da minha cabeça. Era carência, tava na cara – e faltava vergonha na minha, porque eu sempre acabava cedendo. Não me dava valor e ainda ficava indignada por ele não dar também. Eu aceitava ser a última opção e ainda tinha a cara de pau de espernear e choramingar por ai usando a maldita frasezinha clichê de que nenhum homem presta. Claro que ele não ia prestar, pra que prestar com alguém que transpirava falta de amor próprio? Ninguém ama quem não se ama, ninguém respeita quem não se respeita – doloroso, mas verdadeiro. E quando você não tá na onda de ser amada, ta tranquilo - um supre a carência com o outro e fim de papo. Mas eu tava afim de sentimento, tava super na onda de mãozinha dada e ligação de madrugada só pra ouvir um ''tava pensando em você''. E claro que ele não ligava, a gente quase sempre só pensa antes de
dormir em quem causa aquele nervosinho de incerteza dentro do nosso peito – e eu tava sempre ali, um poço de certezas, não tinha porque ele pensar. Muito menos ligar. E foi ai que eu mudei. Parei de aceitar o último pedaço do bolo, se o primeiro pedaço não fosse pra mim, eu simplesmente ia embora da festa – não me servia mais. E olha só que mágico, ele nunca me chamou pra tantas festas e nunca vi alguém me oferecer tantos pedaços de bolo – a mágica só não foi tão boa porque eu simplesmente não queria mais. Não queria mais mágica, não queria mais bolo, não queria mais ele. Quando a gente passa a se valorizar a gente consegue enxergar nitidamente quanto os outros valem – e ele valia tão pouco, desencantei. Peguei meu coração e coloquei ele lá no topo de uma árvorezinha danada de alta, e vou te falar, nunca vi tanta gente disposta a escalar – homem adora um desafio. Pois bem, que vença o melhor!"
dormir em quem causa aquele nervosinho de incerteza dentro do nosso peito – e eu tava sempre ali, um poço de certezas, não tinha porque ele pensar. Muito menos ligar. E foi ai que eu mudei. Parei de aceitar o último pedaço do bolo, se o primeiro pedaço não fosse pra mim, eu simplesmente ia embora da festa – não me servia mais. E olha só que mágico, ele nunca me chamou pra tantas festas e nunca vi alguém me oferecer tantos pedaços de bolo – a mágica só não foi tão boa porque eu simplesmente não queria mais. Não queria mais mágica, não queria mais bolo, não queria mais ele. Quando a gente passa a se valorizar a gente consegue enxergar nitidamente quanto os outros valem – e ele valia tão pouco, desencantei. Peguei meu coração e coloquei ele lá no topo de uma árvorezinha danada de alta, e vou te falar, nunca vi tanta gente disposta a escalar – homem adora um desafio. Pois bem, que vença o melhor!"
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Tudo ao seu tempo: Da dor e da cura
Li por esses Tumblrs a fora e me encantei, tudo na vida passa, e a gente há de encontrar aquele(a) , capaz de dar o que a gente precisa.
"Bruna andava pela calçada desatenta. Havia até esquecido o que ia fazer fora de casa. Chegando numa esquina, parou e aguardou o sinal de pedestres ficar verde. Olhando para o outro lado, reconheceu um rapaz que esperava para atravessar a mesma rua, mas no sentido oposto. Era Luiz, um amigo de infância, que estudou com ela desde o primário. Surpresa, já que não se viam há uns 6 anos, Bruna resolveu acenar. Luiz a reconheceu e quando o sinal abriu veio em sua direção. Bruna, que nem lembrava mais o que ia fazer na rua, acabara de achar um motivo para não andar mais a esmo.
- Luiz, quanto tempo!
- Bruna! Como vai você?
- Estou bem! E você, como está?
- Ah, tudo bem, comigo tudo tranquilo.
- O mesmo bom humor de sempre, não é? Nunca vi você reclamar de nada.
- É, acho que sim. A vida já é bem dura pra quem é bem humorado, imagina pra quem vive de mau humor.
- Que engraçado te encontrar assim no meio da rua depois de tanto tempo. Nos conhecemos há quantos anos mesmo, uns 20?
- Acho que sim, por aí. Desde o primário.
- Isso mesmo, desde o primário no colégio. Logo que nos conhecemos você queria ser meu namoradinho, lembra? Hahaha!
- Lembro, claro…
- Lembro que você fez um cartãozinho à mão, tão fofo.
- É, é verdade. Era tudo o que eu tinha naquela época.
- Na sétima série você também fez um cartão, não foi?
- Fiz, sim. Um cartão junto com um buquê de flores.
- Acho que eu era meio difícil, não é?
- Creio que sim. Isso era tudo o que eu tinha naquele momento, mas não foi suficiente pra fazer você gostar de mim.
- Acho que você foi a única pessoa que estudou comigo desde o primário. Nem imaginava que ainda faríamos o colegial juntos. No final do último ano eu lembro que você me entregou uma carta, dizendo que me amava mas que entendia que a gente não tinha nascido pra ficar juntos, algo assim.
- Foi exatamente isso. Como eu não tinha nada a lhe oferecer que você quisesse, escrevi aquela carta. Era tudo o que eu podia fazer naquele momento.
- Desculpa, não queria fazer você se sentir mal com isso.
- Não precisa se desculpar, na verdade eu lhe agradeço por isso.
- Como assim, agradecer?
- A sua honestidade. É melhor ser rejeitado do que estar com alguém que não gosta de você na mesma intensidade. Eu entendi que isso era tudo o que você tinha pra me oferecer naquele momento.
- Entendo. Mas não precisa agradecer. Segui o meu coração naquela época.
- Claro, com certeza. Foi a melhor coisa a fazer. Apesar de saber que não tinha chance, eu também segui meu coração. Infelizmente não deu certo, mas me serviu de lição que pra um amor dar certo, tudo o que eu tinha a oferecer, teria que ser tudo o que você precisava.
- Acho que sim…
- A propósito, tenho que ir, vou encontrar a Ana.
- Quem é Ana?
- Minha mulher.
- Ah, você casou?
- Sim, casamos ano passado.
- Como você a conheceu?
- Logo que entrei na faculdade. Eu estava triste, no primeiro dia no campus e ela veio conversar comigo.
- E acabaram se casando.
- Foi. Descobri que casaríamos na hora em que nos conhecemos.
- Como?
- Logo que ela me abraçou.
- Com um abraço você já sabia que casaria com ela?
- Sabia. Parece só um abraço, mas era tudo o que ela tinha. E naquele momento, era tudo o que" eu precisava.
- Bruna! Como vai você?
- Estou bem! E você, como está?
- Ah, tudo bem, comigo tudo tranquilo.
- O mesmo bom humor de sempre, não é? Nunca vi você reclamar de nada.
- É, acho que sim. A vida já é bem dura pra quem é bem humorado, imagina pra quem vive de mau humor.
- Que engraçado te encontrar assim no meio da rua depois de tanto tempo. Nos conhecemos há quantos anos mesmo, uns 20?
- Acho que sim, por aí. Desde o primário.
- Isso mesmo, desde o primário no colégio. Logo que nos conhecemos você queria ser meu namoradinho, lembra? Hahaha!
- Lembro, claro…
- Lembro que você fez um cartãozinho à mão, tão fofo.
- É, é verdade. Era tudo o que eu tinha naquela época.
- Na sétima série você também fez um cartão, não foi?
- Fiz, sim. Um cartão junto com um buquê de flores.
- Acho que eu era meio difícil, não é?
- Creio que sim. Isso era tudo o que eu tinha naquele momento, mas não foi suficiente pra fazer você gostar de mim.
- Acho que você foi a única pessoa que estudou comigo desde o primário. Nem imaginava que ainda faríamos o colegial juntos. No final do último ano eu lembro que você me entregou uma carta, dizendo que me amava mas que entendia que a gente não tinha nascido pra ficar juntos, algo assim.
- Foi exatamente isso. Como eu não tinha nada a lhe oferecer que você quisesse, escrevi aquela carta. Era tudo o que eu podia fazer naquele momento.
- Desculpa, não queria fazer você se sentir mal com isso.
- Não precisa se desculpar, na verdade eu lhe agradeço por isso.
- Como assim, agradecer?
- A sua honestidade. É melhor ser rejeitado do que estar com alguém que não gosta de você na mesma intensidade. Eu entendi que isso era tudo o que você tinha pra me oferecer naquele momento.
- Entendo. Mas não precisa agradecer. Segui o meu coração naquela época.
- Claro, com certeza. Foi a melhor coisa a fazer. Apesar de saber que não tinha chance, eu também segui meu coração. Infelizmente não deu certo, mas me serviu de lição que pra um amor dar certo, tudo o que eu tinha a oferecer, teria que ser tudo o que você precisava.
- Acho que sim…
- A propósito, tenho que ir, vou encontrar a Ana.
- Quem é Ana?
- Minha mulher.
- Ah, você casou?
- Sim, casamos ano passado.
- Como você a conheceu?
- Logo que entrei na faculdade. Eu estava triste, no primeiro dia no campus e ela veio conversar comigo.
- E acabaram se casando.
- Foi. Descobri que casaríamos na hora em que nos conhecemos.
- Como?
- Logo que ela me abraçou.
- Com um abraço você já sabia que casaria com ela?
- Sabia. Parece só um abraço, mas era tudo o que ela tinha. E naquele momento, era tudo o que" eu precisava.
E despediram-se. Luiz foi ao encontro de Ana. Bruna continuou andando, a esmo, sem lembrar por qual motivo havia saído de casa. Não fazia diferença. Naquele momento, tudo o que ela queria era um abraço."
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
A carroça
Certa manhã, meu pai, muito sábio, convidou-me a dar um passeio no bosque e eu aceitei com prazer. Ele se deteve numa clareira e, depois de um pequeno silêncio, me perguntou:
- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?
Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo um barulho de carroça.
- Isso mesmo, e de uma carroça vazia...
Perguntei-lhe, então:
- Como o senhor sabe que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?
- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?
Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo um barulho de carroça.
- Isso mesmo, e de uma carroça vazia...
Perguntei-lhe, então:
- Como o senhor sabe que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?
- Ora - respondeu ele - é muito fácil saber se uma carroça está vazia por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz.
Tornei-me adulto, e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, tratando o próximo com grossura, prepotente, interrompendo a conversa dos outros ou querendo demonstrar que é a dona da verdade, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai, dizendo: "Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz..."
Tornei-me adulto, e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, tratando o próximo com grossura, prepotente, interrompendo a conversa dos outros ou querendo demonstrar que é a dona da verdade, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai, dizendo: "Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz..."
Autor Desconhecido
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
A ordem é se mexer.
"Fui embora e levei comigo a promessa de que seríamos amigos sempre. Deixei um pedaço de mim contigo também, um pedaço lindo. Tô recolhendo meu pino do tabuleiro, já fui a falência nesse jogo faz tempo. Só volto se for pra jogar Nós. Eu e Você já deu."
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Aquilo que cala, fala mais alto ...
Cada pessoa possui o seu tempo.
Nem todo machucado sara no mesmo momento.
A formula de 'dar certo' é de um jeito pra você, mas pode ser de outra, pra mim.
Somos diferentes. Esse é o grande lance.
Os nossos sentimentos se expressam de formas diferentes.
Me atrevo até a dizer, que aquele que cala, que se abstem do 'grito'...
É o que mais sente, mais sofre, mais ama.
Nossas experiências são diferentes, não podemos, nem devemos
cobrar atitude de alguém, quando não conhecemos suas cicatrizes,
Seus receios e seus medos.
Esse é o barato, cada pessoa é unica na vida de cada um de nós.
... e é tão fácil, amar..
A gente não perde em experimentar.
sábado, 21 de abril de 2012
O que te prende?
São nessas tardes e noites de espera
Que nos damos conta do quão dependente, somos.
Precisamos do sorriso do outro pra ser feliz
Ou pior, do consentimento do outro para o mesmo...
Somos tão escravos que nem nossas escolhas são imparciais
Almejamos tanto a liberdade
E, no entanto, caímos ali onde deveria ser o principio de tudo...
Lutamos pela felicidade, mas não a deixamos entrar por puro medo
Sim, medo...
É preciso se libertar, se desamarrar do que lhe faz mal, pra que dessa forma o que te faz bem, possa ocupar seu espaço.
E que culpa, você pode colocar nos outros,
Se nem autor da sua própria felicidade é capaz de ser?
De que vale uma cara amarrada, pelo mais burro dos orgulhos
Quando você pode ter TUDO?
sábado, 14 de abril de 2012
Sem medo, ao menos de encarar a verdade...
Acho que bem no fundo,
O que eu sinto é um medo
Muito bem escondido e disfarçado
Medo de acreditar cegamente em você
Medo de o desejo estar vendando os meus olhos
Medo do que vem depois do 'tal dia'...
Você não sabe, mas eu repasso em casa
Cada beijo, cada abraço, cada palavra
Cada toque.
Toque, toque... não somente o corpo,
como profundamente o coração.
Outro dia, ao ouvir seu nome, senti as pernas bambas
E caramba, eu vi o medo de novo.
É medo, desejo, medo, desejo...
É o vai e vem, que hora me encoraja e hora me (nos) paralisa.
Eu ja li, já ouvi, já senti...
E o que me deixa segura, acaba em questão de segundos
Com palavras mal(ditas).
Compartilhar nunca foi o meu forte, embora por vezes diga não me incomodar.
Esse é o fato que NOS paralisa, ambos não sabemos lidar com isso de compartilhamento.
Eu com meus assuntos, e você.. bem no intimo dos seus..
Não sabemos perder, não queremos retroceder e não conseguimos seguir adiante...
É tão forte quanto a minha vontade acabar.
O que mais me motiva é a vontade de não deixar inacabado.
É de me libertar, ao que achei que mais me prenderia.
Ahhhhhh, Que vontade...
Ahhhhhh, Que saudade...
Ahhhhhh, E que medo, que isso seja verdade...
O que eu sinto é um medo
Muito bem escondido e disfarçado
Medo de acreditar cegamente em você
Medo de o desejo estar vendando os meus olhos
Medo do que vem depois do 'tal dia'...
Você não sabe, mas eu repasso em casa
Cada beijo, cada abraço, cada palavra
Cada toque.
Toque, toque... não somente o corpo,
como profundamente o coração.
Outro dia, ao ouvir seu nome, senti as pernas bambas
E caramba, eu vi o medo de novo.
É medo, desejo, medo, desejo...
É o vai e vem, que hora me encoraja e hora me (nos) paralisa.
Eu ja li, já ouvi, já senti...
E o que me deixa segura, acaba em questão de segundos
Com palavras mal(ditas).
Compartilhar nunca foi o meu forte, embora por vezes diga não me incomodar.
Esse é o fato que NOS paralisa, ambos não sabemos lidar com isso de compartilhamento.
Eu com meus assuntos, e você.. bem no intimo dos seus..
Não sabemos perder, não queremos retroceder e não conseguimos seguir adiante...
É tão forte quanto a minha vontade acabar.
O que mais me motiva é a vontade de não deixar inacabado.
É de me libertar, ao que achei que mais me prenderia.
Ahhhhhh, Que vontade...
Ahhhhhh, Que saudade...
Ahhhhhh, E que medo, que isso seja verdade...
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
O sol continua brilhando como sempre. Não se perca
Falar dos sofrimentos alheios não é tão dificil
como se supunha. É sentimento do mesmo jeito.
E nisso, nós, seres humanos, de carne e osso
Somos identicos.
O esteriotipo pode mudar, e muda.
O que é visto pelos olhos transcende
àquilo que pode ser sentido pelo coração
E julgam a linda moçoila pelo jeito moleca e sapeca de ser.
Até o moço, lindo e simpático
Que outrora dizia ter ser apaixonado pelo ser jeito "irreverente' de ser,
Abandoná-a sem uma sequer palavra
Sem nenhuma desculpa, sem olho no olho.
A moçoila toda irreverente, sapeca, moleca
Se rende a tudo àquilo que nos aproxima e nos assemelha.
A moça, acaba por inundar o lindo olhar
Sem ter respostas, mas esperando-as.
O jeito como o lindo moço a tratava
Era tão diferente dos demais, que acreditara
que poderia ser diferente a sua realidade também.
Passou por cima de tanta coisa, de si própria.
E esse turbilhão de emoção e sentimento
é jogado sem piedade ao lixo.
Recomece moça bonita...
Teu olhar tem muito o que iluminar
E teu coração tem muito o que receber e distribuir amor.
Fica parada não... A janela do teu quarto te convida
Para um dia novo, Liberte-se.
como se supunha. É sentimento do mesmo jeito.
E nisso, nós, seres humanos, de carne e osso
Somos identicos.
O esteriotipo pode mudar, e muda.
O que é visto pelos olhos transcende
àquilo que pode ser sentido pelo coração
E julgam a linda moçoila pelo jeito moleca e sapeca de ser.
Até o moço, lindo e simpático
Que outrora dizia ter ser apaixonado pelo ser jeito "irreverente' de ser,
Abandoná-a sem uma sequer palavra
Sem nenhuma desculpa, sem olho no olho.
A moçoila toda irreverente, sapeca, moleca
Se rende a tudo àquilo que nos aproxima e nos assemelha.
A moça, acaba por inundar o lindo olhar
Sem ter respostas, mas esperando-as.
O jeito como o lindo moço a tratava
Era tão diferente dos demais, que acreditara
que poderia ser diferente a sua realidade também.
Passou por cima de tanta coisa, de si própria.
E esse turbilhão de emoção e sentimento
é jogado sem piedade ao lixo.
Recomece moça bonita...
Teu olhar tem muito o que iluminar
E teu coração tem muito o que receber e distribuir amor.
Fica parada não... A janela do teu quarto te convida
Para um dia novo, Liberte-se.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Entregar o corpo é fácil, dificil é entregar o coração.
Cá entre meus pensamentos, em clima pós carnaval
E pensamentos do rumo que a vida segue
Tenho observado o quanto errado e machista é a idéia
De que mulher se vulgariza por exibir o corpo e se dar, por vontade
A carne não trás o sofrimento.
Vulgarizar-se é entregar sentimento.
Sentimento é alma.
E qual a cura D'alma?
Em dias quentes de verão, em especial no carnaval
A gente percebe a empolgação, a vontade de viver o momento...
E que mal há nisso?
Hoje eu não consigo mais enchergar
O viver, o estar bem momentâneo também é muito válido.
O que não dá, de jeito nenhum,
É doar de graça tanto sentimento
A carne logo cicatriza..
E a alma, qual o remédio?
E pensamentos do rumo que a vida segue
Tenho observado o quanto errado e machista é a idéia
De que mulher se vulgariza por exibir o corpo e se dar, por vontade
A carne não trás o sofrimento.
Vulgarizar-se é entregar sentimento.
Sentimento é alma.
E qual a cura D'alma?
Em dias quentes de verão, em especial no carnaval
A gente percebe a empolgação, a vontade de viver o momento...
E que mal há nisso?
Hoje eu não consigo mais enchergar
O viver, o estar bem momentâneo também é muito válido.
O que não dá, de jeito nenhum,
É doar de graça tanto sentimento
A carne logo cicatriza..
E a alma, qual o remédio?
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Seja como for, mas seja de verdade.
E em meio aos pensamentos, aquela velha pessoa
Que se julgava importante, volta a fazer parte deles.
É cuidado, é zelo, é medo da pessoa se perder...
É se ver a um passo a frente e a pessoa ainda paralisada
Com os mesmos erros.
Não julgo o erro, todos nós somos compostos deles,
Eu mesma sou cheia deles.
Mas essas fraquezas,ou chame como quiser, devem ser passageiras
E não uma rotina de vida.
Parece que a fraqueza é fazer o que é certo.
E fazer o que é certo se resume a um discurso bonito,
mas que na realidade não passa disso: palavras.
Hoje, quando ouço falar da persistência desses erros
me dá uma dor tremenda, já que eu, independentemente da opinião dos demais
Eu acreditava na tal mudança.
Mas já que eu não te fiz mudar, te ajudar a mudar,
Desejo que você encontre essa pessoa, que valha a pena mudar.
Mas quando a gente muda por conta própria, é um exercicio de amor-proprio sem igual.
Toda sorte do mundo moço.
Que se julgava importante, volta a fazer parte deles.
É cuidado, é zelo, é medo da pessoa se perder...
É se ver a um passo a frente e a pessoa ainda paralisada
Com os mesmos erros.
Não julgo o erro, todos nós somos compostos deles,
Eu mesma sou cheia deles.
Mas essas fraquezas,ou chame como quiser, devem ser passageiras
E não uma rotina de vida.
Parece que a fraqueza é fazer o que é certo.
E fazer o que é certo se resume a um discurso bonito,
mas que na realidade não passa disso: palavras.
Hoje, quando ouço falar da persistência desses erros
me dá uma dor tremenda, já que eu, independentemente da opinião dos demais
Eu acreditava na tal mudança.
Mas já que eu não te fiz mudar, te ajudar a mudar,
Desejo que você encontre essa pessoa, que valha a pena mudar.
Mas quando a gente muda por conta própria, é um exercicio de amor-proprio sem igual.
Toda sorte do mundo moço.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Desocupar espaços
E, vamos...
A palavra de ordem é ir...
Não precisa ter rumo certo, só precisa seguir em frente.
Só precisa mudar de foco e se fazer o bem...
É, você consegue moça, fica ai, tão preocupada em agradar quem ama...
Mas comece a agradar o que mais importa na vida... Você mesma.
Seja fiel a sua felicidade, ao seu amor próprio, não seja tão egoísta ao ponto de se ver infeliz...
Deixa extravasar toda essa energia que a muito tem sido, guardada, poupada, contida.
Tem tanto nessa vida a aproveitar, e você nessa?
Tudo bem, é difícil... (?)
E, realmente é difícil?
Hoje eu pude enxergar que não. Tudo é uma questão de opinião e de saber como se colocar diante da história.
Faz falta cada palavra de cuidado, de carinho, cada gesto de atenção. Mas vivera tanto tempo sem isso... podes voltar a ser como era, não?
Segue a vida, deixa o que foi bom pra trás e se prepara que o melhor ta querendo chegar...
Se permita ser muito feliz, você merece...
Faça o que você sabe fazer de melhor, sorria, seja feliz... Seja você!
A palavra de ordem é ir...
Não precisa ter rumo certo, só precisa seguir em frente.
Só precisa mudar de foco e se fazer o bem...
É, você consegue moça, fica ai, tão preocupada em agradar quem ama...
Mas comece a agradar o que mais importa na vida... Você mesma.
Seja fiel a sua felicidade, ao seu amor próprio, não seja tão egoísta ao ponto de se ver infeliz...
Deixa extravasar toda essa energia que a muito tem sido, guardada, poupada, contida.
Tem tanto nessa vida a aproveitar, e você nessa?
Tudo bem, é difícil... (?)
E, realmente é difícil?
Hoje eu pude enxergar que não. Tudo é uma questão de opinião e de saber como se colocar diante da história.
Faz falta cada palavra de cuidado, de carinho, cada gesto de atenção. Mas vivera tanto tempo sem isso... podes voltar a ser como era, não?
Segue a vida, deixa o que foi bom pra trás e se prepara que o melhor ta querendo chegar...
Se permita ser muito feliz, você merece...
Faça o que você sabe fazer de melhor, sorria, seja feliz... Seja você!
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Meu e seu.
O que há por detrás de um discurso cheio de "razões" e formalidades?
O desejo de ser correto, vai além da nossa própria felicidade...
E de fato, o que é mais importante: ser correto, ou ser feliz?
Acredito que ambos tem de andar juntos.
Para atingir o estado de felicidade é necessário ser correto, primeiramente consigo mesmo,
para depois aprender a ser com o proximo
E o que é pior?
Acordar em uma manhã, depois de uma noite aparentemente feliz, e com culpa, lembrar que
a sua dita felicidade só é possivel por mentir, por compartilhar de um erro de alguém,
que depois de certo tipo de envolvimento, passa a ser seu.
Ou não ter tido a ilusão, de por algumas horas, ser feliz?
Dizem que o amor e a paixão tem dessas loucuras onde tudo é permitido. Mas eu acabo por discordar
A loucura está nas baladas afora, nas curtições de final de semana.
O amor para crescer, ao contrário, precisa de leveza, de calmaria e principalmente de sanidade
A principio as turbulências da paixão podem ludibriar os olhos de quem a muito
não se permitira sentir qualquer tipo de emoção, mas depois de um certo tempo, o que é correto
vem bater na janela, porque a porta esta trancada as sete chaves, e acaba por entrar e nos
mostrar que o caminho é errado.
Ao mesmo tempo em que foi errado, foi uma delicia de ser vivido, sabia-se que o romance
vinha com prazo de validade, mas eles fingiam não saber.
Foi uma história que me orgulho de ter vivido, mas que teria vergonha em reproduzir como
uma bela história de amor, porque como ele mesmo me disse certa vez: ' ..Nomenclaturas comuns
não servem para nos descrever' , foi bom pra mim e pra ele, e isso nos bastou.
O desejo de ser correto, vai além da nossa própria felicidade...
E de fato, o que é mais importante: ser correto, ou ser feliz?
Acredito que ambos tem de andar juntos.
Para atingir o estado de felicidade é necessário ser correto, primeiramente consigo mesmo,
para depois aprender a ser com o proximo
E o que é pior?
Acordar em uma manhã, depois de uma noite aparentemente feliz, e com culpa, lembrar que
a sua dita felicidade só é possivel por mentir, por compartilhar de um erro de alguém,
que depois de certo tipo de envolvimento, passa a ser seu.
Ou não ter tido a ilusão, de por algumas horas, ser feliz?
Dizem que o amor e a paixão tem dessas loucuras onde tudo é permitido. Mas eu acabo por discordar
A loucura está nas baladas afora, nas curtições de final de semana.
O amor para crescer, ao contrário, precisa de leveza, de calmaria e principalmente de sanidade
A principio as turbulências da paixão podem ludibriar os olhos de quem a muito
não se permitira sentir qualquer tipo de emoção, mas depois de um certo tempo, o que é correto
vem bater na janela, porque a porta esta trancada as sete chaves, e acaba por entrar e nos
mostrar que o caminho é errado.
Ao mesmo tempo em que foi errado, foi uma delicia de ser vivido, sabia-se que o romance
vinha com prazo de validade, mas eles fingiam não saber.
Foi uma história que me orgulho de ter vivido, mas que teria vergonha em reproduzir como
uma bela história de amor, porque como ele mesmo me disse certa vez: ' ..Nomenclaturas comuns
não servem para nos descrever' , foi bom pra mim e pra ele, e isso nos bastou.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Se foi bom, não tem a necessidade de um ponto final... uma virgula é o bastante.
E a paixão acontece...
A gente se apega com a mesma facilidade que tem pra desapegar.
Há alguns meses eu venho arrastando uma relação meio que boa, divertida..Nomeei-a paixão...
O grande problema de dar nome aos bois é que muitas vezes o que nos encanta é a ideia de estar apaixonado por alguém, e não por qualquer alguém, mas aquele que nos faz bem.
A gente acaba se apaixonando é pela ideia de ter alguém, mesmo que pela metade. E de ser de alguém, mesmo que a entrega não seja total.
A gente acaba se distanciando daquilo que somos de verdade...
Valores?
Sentimento?
Tudo acaba sendo perdido...E me lembro dos meus olhos ainda infantis e o coração cheio de amor pra quem quer que fosse, por que ser criança é amar... de uma forma mais verdadeira.
Com meus olhos de criança eu consigo enxergar que:
'Eu não posso aceitar que alguém seja metade pra mim
E que eu esteja roubando a metade de alguém
Eu não consigo ser feliz assim'
E quem consegue?
E dói, de verdade ser nada apenas que um segundo plano de alguém.
Dói, mas dessa vez é a mulher que se expressa. A mulher que não deixa essa dor se transformar em sofrimento. Já repeti pra você essa história milhões de vezes: que eu sabia o meu lugar, o que me era de direito e de que eu era a terceira personagem da história.
E valia a pena, enquanto era bom.
Enquanto o coração estava cheio de novidade, de alegria, de amor adolescente, a adrenalina do proibido e da esperança de mudar algo, ou alguém.
Mas o que era bom acabou, acho que a paixão acabou e foi melhor assim
As coisas acabam sendo da maneira que deviam ser, e a gente por teimosia insiste em não enxergar.
Tudo bem, Eu tô falando de um sentimento bonito (que me fez bem)
Que infelizmente, as vezes se perde. Como o nosso se perdeu...
Nós somos aquilo que nos propomos ser... E antes de ser qualquer 'outra' em sua vida... Eu prefiro sua amizade por inteiro do que o seu amor dividido.
A gente se apega com a mesma facilidade que tem pra desapegar.
Há alguns meses eu venho arrastando uma relação meio que boa, divertida..Nomeei-a paixão...
O grande problema de dar nome aos bois é que muitas vezes o que nos encanta é a ideia de estar apaixonado por alguém, e não por qualquer alguém, mas aquele que nos faz bem.
A gente acaba se apaixonando é pela ideia de ter alguém, mesmo que pela metade. E de ser de alguém, mesmo que a entrega não seja total.
A gente acaba se distanciando daquilo que somos de verdade...
Valores?
Sentimento?
Tudo acaba sendo perdido...E me lembro dos meus olhos ainda infantis e o coração cheio de amor pra quem quer que fosse, por que ser criança é amar... de uma forma mais verdadeira.
Com meus olhos de criança eu consigo enxergar que:
'Eu não posso aceitar que alguém seja metade pra mim
E que eu esteja roubando a metade de alguém
Eu não consigo ser feliz assim'
E quem consegue?
E dói, de verdade ser nada apenas que um segundo plano de alguém.
Dói, mas dessa vez é a mulher que se expressa. A mulher que não deixa essa dor se transformar em sofrimento. Já repeti pra você essa história milhões de vezes: que eu sabia o meu lugar, o que me era de direito e de que eu era a terceira personagem da história.
E valia a pena, enquanto era bom.
Enquanto o coração estava cheio de novidade, de alegria, de amor adolescente, a adrenalina do proibido e da esperança de mudar algo, ou alguém.
Mas o que era bom acabou, acho que a paixão acabou e foi melhor assim
As coisas acabam sendo da maneira que deviam ser, e a gente por teimosia insiste em não enxergar.
Tudo bem, Eu tô falando de um sentimento bonito (que me fez bem)
Que infelizmente, as vezes se perde. Como o nosso se perdeu...
Nós somos aquilo que nos propomos ser... E antes de ser qualquer 'outra' em sua vida... Eu prefiro sua amizade por inteiro do que o seu amor dividido.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
É noite...
Acho que já disse a meia duzia de pessoas o porque de não escrever constantemente..
Eu só escrevo quando percebo que algo não dá mais,
que é chegada a sua hora, o seu fim.
Durou o que tinha que durar.
Foi bom do jeito que tinha que ser.
Mas acabou, eu sei. Você sabe...
Sofri por alguém que não imaginei que fosse sofrer..
Sofrer a gente sofre...mas.. essas noites seguidas e mal durmidas..
(mal durmidas.. e dessa vez o motivo é outro)
Me fizeram ver que não esta valendo a pena.
Me achando tão boba, por me importar com o que pra ele era só detalhe,
mas não me arrependo.. eu nunca me arrependo de ser eu mesma.
De chorar quando tenho vontade, de procurar quando erro..
Mas não dá.
Não dá.
Então é aqui que se encerra mais um ciclo.
Foi bom, até demais.
Mas quando a coisa se torna isso...
Melhor não ser nada
E como tem sido de costume..
Acaba assim.. em silêncio.. sem medo de que acabe...
Quem muito se ausenta, deixa de fazer falta. (uma hora deixa)
Então é isso, e fim.
É noite.. lá fora.. e aqui dentro.. Na alma e no coração
Eu só escrevo quando percebo que algo não dá mais,
que é chegada a sua hora, o seu fim.
Durou o que tinha que durar.
Foi bom do jeito que tinha que ser.
Mas acabou, eu sei. Você sabe...
Sofri por alguém que não imaginei que fosse sofrer..
Sofrer a gente sofre...mas.. essas noites seguidas e mal durmidas..
(mal durmidas.. e dessa vez o motivo é outro)
Me fizeram ver que não esta valendo a pena.
Me achando tão boba, por me importar com o que pra ele era só detalhe,
mas não me arrependo.. eu nunca me arrependo de ser eu mesma.
De chorar quando tenho vontade, de procurar quando erro..
Mas não dá.
Não dá.
Então é aqui que se encerra mais um ciclo.
Foi bom, até demais.
Mas quando a coisa se torna isso...
Melhor não ser nada
E como tem sido de costume..
Acaba assim.. em silêncio.. sem medo de que acabe...
Quem muito se ausenta, deixa de fazer falta. (uma hora deixa)
Então é isso, e fim.
É noite.. lá fora.. e aqui dentro.. Na alma e no coração
Assinar:
Postagens (Atom)
